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29/01/2026
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Ex-conselheira do Avaí vira ré por racismo e xenofobia contra torcedores do Remo


A ex-conselheira do Avaí Futebol Clube, Ana Paula Costa, virou ré na Justiça por racismo e xenofobia nesta quarta-feira (28). Ela é acusada de cometer os crimes durante uma partida entre Avaí e Remo em 15 de novembro de 2025, no estádio da Ressacada, em Florianópolis. Com a decisão, o caso deixa a fase de acusação e passa a ser analisado pela Justiça.

Em 20 de janeiro, a ex-conselheira foi denunciada pelos crimes pelo MPSC (Ministério Público de Santa Catarina), através da 40ª Promotoria de Justiça da capital. O promotor de Justiça Jádel da Silva Júnior, responsável pelo caso, destacou que as condutas ultrapassaram os limites da rivalidade esportiva, constituindo discurso de ódio que viola princípios fundamentais do Estado brasileiro.

Ex-conselheira do Avaí acusada de racismo foi gravada xingando torcedores do Pará

Segundo a denúncia, a torcedora teria proferido ofensas raciais e ataques de cunho xenofóbico contra integrantes da torcida do Remo, equipe visitante de Belém (PA). As agressões ocorreram por volta das 16h30, em um setor superior do estádio, e foram registradas em imagens anexadas ao inquérito policial.

"Olha a tua cor. Vão embora de jegue. O que tem no Pará? Seu feio. Gastou o salário para vir, vai ter que voltar a pé. Vão embora porque o prefeito não quer pobre aqui. Oh, pobre aqui não fica”, disse a torcedora, até ser interpelada por um torcedor de camiseta amarela.


Ex-conselheira do Avaí acusada de racismo e xenofobia vira ré na Justiça
Ex-conselheira do Avaí acusada de racismo e xenofobia vira ré na Justiça
Foto: Reprodução/ND Mais
A ex-conselheira do Avaí Futebol Clube, Ana Paula Costa, virou ré na Justiça por racismo e xenofobia nesta quarta-feira (28). Ela é acusada de cometer os crimes durante uma partida entre Avaí e Remo em 15 de novembro de 2025, no estádio da Ressacada, em Florianópolis. Com a decisão, o caso deixa a fase de acusação e passa a ser analisado pela Justiça.


Em 20 de janeiro, a ex-conselheira foi denunciada pelos crimes pelo MPSC (Ministério Público de Santa Catarina), através da 40ª Promotoria de Justiça da capital. O promotor de Justiça Jádel da Silva Júnior, responsável pelo caso, destacou que as condutas ultrapassaram os limites da rivalidade esportiva, constituindo discurso de ódio que viola princípios fundamentais do Estado brasileiro.

Ex-conselheira do Avaí acusada de racismo foi gravada xingando torcedores do Pará
Segundo a denúncia, a torcedora teria proferido ofensas raciais e ataques de cunho xenofóbico contra integrantes da torcida do Remo, equipe visitante de Belém (PA). As agressões ocorreram por volta das 16h30, em um setor superior do estádio, e foram registradas em imagens anexadas ao inquérito policial.

“Olha a tua cor. Vão embora de jegue. O que tem no Pará? Seu feio. Gastou o salário para vir, vai ter que voltar a pé. Vão embora porque o prefeito não quer pobre aqui. Oh, pobre aqui não fica”, disse a torcedora, até ser interpelada por um torcedor de camiseta amarela.


Ex-conselheira do Avaí acusada de racismo e xenofobia vira ré na Justiça
Ex-conselheira do Avaí acusada de racismo e xenofobia vira ré na Justiça
Foto: Reprodução/ND Mais
A ex-conselheira do Avaí Futebol Clube, Ana Paula Costa, virou ré na Justiça por racismo e xenofobia nesta quarta-feira (28). Ela é acusada de cometer os crimes durante uma partida entre Avaí e Remo em 15 de novembro de 2025, no estádio da Ressacada, em Florianópolis. Com a decisão, o caso deixa a fase de acusação e passa a ser analisado pela Justiça.


Em 20 de janeiro, a ex-conselheira foi denunciada pelos crimes pelo MPSC (Ministério Público de Santa Catarina), através da 40ª Promotoria de Justiça da capital. O promotor de Justiça Jádel da Silva Júnior, responsável pelo caso, destacou que as condutas ultrapassaram os limites da rivalidade esportiva, constituindo discurso de ódio que viola princípios fundamentais do Estado brasileiro.

Ex-conselheira do Avaí acusada de racismo foi gravada xingando torcedores do Pará
Segundo a denúncia, a torcedora teria proferido ofensas raciais e ataques de cunho xenofóbico contra integrantes da torcida do Remo, equipe visitante de Belém (PA). As agressões ocorreram por volta das 16h30, em um setor superior do estádio, e foram registradas em imagens anexadas ao inquérito policial.

“Olha a tua cor. Vão embora de jegue. O que tem no Pará? Seu feio. Gastou o salário para vir, vai ter que voltar a pé. Vão embora porque o prefeito não quer pobre aqui. Oh, pobre aqui não fica”, disse a torcedora, até ser interpelada por um torcedor de camiseta amarela.

Conforme o MP, ao ofender os torcedores rivais citando a cor de sua pele e ao chamá-los de “sujos”, Ana Paula Costa teria cometido racismo. Além disso, suas ações enquadram-se como xenofobia, argumenta a denúncia, visto que discrimina e inferioriza pessoas com base em sua origem regional.

Além da condenação criminal, o MPSC pede a fixação de indenização mínima de R$ 30 mil por dano moral coletivo, valor que deverá ser destinado ao FRBL (Fundo para Reconstituição de Bens Lesados).

O que diz a defesa da ex-conselheira do Avaí acusada de racismo?
Quando foi indiciada pela Polícia Civil, a defesa da ex-conselheira do Avaí, representada pela advogada Nathalia Poeta, afirmou que “Ana Paula Costa permanece totalmente à disposição da Justiça para prestar quaisquer esclarecimentos que se façam necessários, aguardando com serenidade o regular andamento das apurações pelas autoridades competentes”.


A defesa também declarou que “seguirá acompanhando o caso com responsabilidade, cautela e respeito às instituições, evitando conclusões precipitadas até que haja manifestação oficial nos autos”.

Após o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público, a reportagem voltou a procurar a defesa da torcedora, mas até o momento não houve retorno.

Conforme o MP, ao ofender os torcedores rivais citando a cor de sua pele e ao chamá-los de “sujos”, Ana Paula Costa teria cometido racismo. Além disso, suas ações enquadram-se como xenofobia, argumenta a denúncia, visto que discrimina e inferioriza pessoas com base em sua origem regional.

Além da condenação criminal, o MPSC pede a fixação de indenização mínima de R$ 30 mil por dano moral coletivo, valor que deverá ser destinado ao FRBL (Fundo para Reconstituição de Bens Lesados).

O que diz a defesa da ex-conselheira do Avaí acusada de racismo?

Quando foi indiciada pela Polícia Civil, a defesa da ex-conselheira do Avaí, representada pela advogada Nathalia Poeta, afirmou que “Ana Paula Costa permanece totalmente à disposição da Justiça para prestar quaisquer esclarecimentos que se façam necessários, aguardando com serenidade o regular andamento das apurações pelas autoridades competentes”.
Fonte: ndmais.com.br/
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