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10/11/2025
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Jorginho emite ‘vistos de SC’ após polêmica sobre devolução de pessoas em Florianópolis


Jorginho Mello (PL), governador de Santa Catarina, publicou nas redes sociais, no domingo (9), fotos dos “primeiros vistos catarinenses”. A postagem foi feita em tom irônico após a polêmica envolvendo uma política de devolução de pessoas por parte da Prefeitura de Florianópolis.

No sábado (8), o governador já havia divulgado um vídeo em que declara apoio às ações do prefeito da capital catarinense, Topázio Neto (PSD), em relação às pessoas que vêm para a capital catarinense sem emprego ou moradia. “Onde está o erro nisso? Topázio, concordo 100%”, afirmou Jorginho.

Em nova publicação, o político divulgou imagens com nomes como Ana, Maria e Luiz, no que seria um “Passaporte Catarina”. “Onde eu tiro o meu governador?? Sensacional”, comentou uma internauta.

“Deveria ser de verdade”, afirmou um usuário do Instagram. “Enfim, aqui tudo é piada mesmo…estão rindo na nossa cara!”, criticou outro internauta.

Jorginho Mello apoia Topázio na devolução de pessoas sem moradia em Florianópolis

Pelas redes sociais, o governador de Santa Catarina declarou apoio à política de Florianópolis para pessoas em situação de rua, ofereceu suporte de segurança e criticou quem se opõe à medida.

Defensoria Pública apura medida de Topázio Neto, prefeito de Florianópolis

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) informou ao ND Mais que tomou conhecimento da medida de Topázio Neto e o caso será encaminhado às Promotorias de Justiça com atribuição na área da cidadania, para “ciência e adoção das providências que entenderem cabíveis”.

A Defensoria Pública do Estado de Santa Catarina, por sua vez, instaurou procedimento para apurar a conduta. Segundo o órgão, as preocupações são “o discurso e a forma de abordagem adotadas, que passam a ideia de que determinadas pessoas não são bem-vindas na cidade ou estão sendo identificadas e ‘devolvidas’ com base em critérios de seleção inadequados”.

O caso será acompanhado pelo Núcleo de Cidadania, Direitos Humanos e Ações Coletivas da Defensoria. O órgão ainda destacou que a Constituição Federal “não autoriza a utilização de qualquer controle de fronteira entre municípios e que ninguém pode ser impedido de circular pelo território nacional por não ter emprego ou moradia”.

A justificativa do prefeito de Florianópolis para a medida

Também por meio das redes sociais, Topázio Neto afirmou não querer que Florianópolis se torne “depósito de pessoas em situação de rua”. Segundo ele, pessoas enviadasao município sem a certeza de moradia e plano de vida são encaminhadas de volta para a cidade de origem.

“O que a gente não quer é ser depósito de pessoas em situação de rua. Se alguma cidade mandar para cá, nós vamos impedir, sim. Se a pessoa chega aqui sem saber onde vai dormir, sem qualquer plano de vida, é óbvio que foi despachada de algum lugar”, afirmou Topázio.

O prefeito destacou que a “devolução” é feita após o contato com familiares da pessoa em outra cidade, para que seja feito o encaminhamento correto. Além disso, ele negou que a medida se trate de “controle migratório”.

Em resposta ao ND Mais, a Prefeitura de Florianópolis afirmou que mantém um serviço de Assistência Social na rodoviária para “dar suporte a todas as pessoas que chegam na cidade e precisam de alguma orientação”.

“Quando identificamos que essas pessoas chegam sem ter um contato de trabalho ou família, sem saber o que fazer e identificamos que foram enviadas à cidade por outros municípios, buscamos entender os motivos e enviamos de volta para a cidade de origem”, destacou a administração em nota.

Segundo a prefeitura, a Assistência Social sempre entra em contato com a cidade de origem e/ou familiares para dar o encaminhamento correto.
Fonte: ndmais.com.br/
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