Mais um embate político tomou conta do plenário da Câmara de Vereadores de Concórdia. O grande expediente foi mais uma vez palco da polarização nacional entre PL E PT, as vereadoras Fernanda Dilda(PL) e Ingrid Fiorentin(PT) voltaram a trocar acusações verbais na tribuna na noite da última quarta-feira, 21.
As parlamentares já haviam discutido na noite anterior sobre o projeto da educação em Concórdia que tratava da gestão democrática nas escolas onde a vereadora do partido dos trabalhadores tinha pedido de adiamento da votação por 3 dias, e isso gerou uma tamanha discussão entre ambas.
Agora, o motivo da nova discussão foi relativo à diária solicitada pela vereadora Ingrid de
R$ 935,72 para ida à capital do estado em agendas no período de 13 a 15 de agosto. Fernanda Dilda (PL) disse que a data colidiu um evento na Alesc do sindicato dos trabalhadores em educação (Sinte/SC) e deu a entender que sua colega tinha usado a estrutura da Câmara para acompanhar o evento sindical, não uma agenda institucional.
"Há uma diferença entre defender a educação e defender a categoria, pelos seus projetos, e as indicações apresentadas sempre foram voltadas para a classe e não para a educação na totalidade. Isso está documentado no histórico da vereadora. A vereadora esteve presente nesse evento, mas não apareceu em suas publicações pessoais, em suas redes sociais, apenas na publicação do Sinte em uma live. Cada um tem a sua agenda, mas participou do evento do Sindicato", afirma Fernanda.
Ingrid rebateu a colega: "Veadora Fernanda já conversamos para cuidar do seu mandato, eu tinha uma agenda na capital para tratar de um transplante de uma morada do bairro da Gruta, estive na comissão de saúde da Alesc, no interministerio do Sus e não usei transporte da casa, todos sabem minha luta sindical sou educadora, e da minha agenda cuido eu, não tenho servidora da casa que fez curso usando recurso publico e foi demitida" afirma Ingrid!
|