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18/08/2025
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Médica e outros dois profissionais da saúde são agredidos na UPA em Itajaí


Na noite deste domingo (17), um novo episódio de desrespeito contra profissionais da saúde foi registrado na UPA CIS, em Itajaí (SC). Um paciente buscou atendimento solicitando um atestado médico, mas deixou a unidade antes do fim da mediação. Ao sair, passou a ofender verbalmente um servidor e a filmá-lo sem autorização. A situação foi controlada pela equipe de segurança.

Três ocorrências em 48 horas

Segundo relato do profissional, o episódio gerou forte tensão e poderia ter evoluído para agressão física. Nos últimos dois dias, outros casos semelhantes foram registrados: na sexta-feira (15), uma médica foi agredida no CIS; e no sábado (16), uma profissional sofreu violência no Hospital Marieta. Com isso, a cidade soma três ocorrências em apenas 48 horas.

Legislação prevê punições mais severas

A legislação brasileira determina penas mais rigorosas para crimes cometidos contra trabalhadores da saúde. Entre as condutas tipificadas estão lesão corporal, ameaça, desacato e crimes contra a honra. Todas as ocorrências já estão sendo apuradas pelas autoridades competentes.


Prefeitura repudia agressões

Em nota, a Prefeitura de Itajaí repudiou os episódios e anunciou reforço na segurança das unidades municipais. A gestão orienta que cidadãos insatisfeitos utilizem canais oficiais de reclamação, como a Ouvidoria do Município, pelo telefone 0800 646 4040, e-mail (ouvidoria@itajai.sc.gov.br) ou WhatsApp (47) 98819-0955.

Confira a nota da prefeitura de Itajaí
O Município de Itajaí vem a público manifestar repúdio aos recentes casos de violência contra profissionais de saúde, ocorridos entre a manhã e a noite desta sexta-feira (15). Em menos de 24 horas, duas médicas foram agredidas numa atitude covarde, enquanto desempenhavam suas funções, evidenciando um cenário preocupante para a segurança desses trabalhadores.

O primeiro episódio aconteceu durante a manhã, no Centro Integrado de Saúde (CIS), quando uma paciente não concordou com a conduta médica e partiu para a agressão física contra a profissional. Além da violência pessoal, a agressora também danificou o consultório, quebrando o computador e inutilizando o espaço para novos atendimentos.


Na mesma data, já no período da noite, outra médica foi vítima de agressão durante seu plantão no Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen. A profissional recebeu um chute no rosto, em um ato que demonstra extrema violência e falta de respeito com quem dedica sua vida ao cuidado da população.

A brutalidade das atitudes por parte dos pacientes foi registrada em boletim de ocorrência, e os casos estão sendo investigados pela polícia para as medidas cabíveis.

Diante do aumento das ocorrências, a Secretaria Municipal de Saúde informou que já está adotando medidas emergenciais para reforçar a segurança desses profissionais no exercício de suas funções. A secretária de Saúde do município, Milene Lavado, que também é médica, destacou que as atitudes demonstram falta de respeito com quem dedica sua vida ao cuidado com a população.

“Isso é inadmissível. Muitos profissionais podem desistir da área por medo. Estamos aqui para salvar vidas e prestar assistência, mas, diante de episódios como esses, a insegurança se torna uma barreira para a continuidade do trabalho. A população precisa lembrar que foram esses profissionais que estiveram à frente durante a pandemia, cuidando e salvando vidas em um momento extremamente difícil. Hoje, eles estão fragilizados psicologicamente por essa onda de violência e precisam do apoio e respeito da sociedade”, enfatiza.

O Município faz um apelo para que a comunidade colabore e mantenha um ambiente seguro e respeitoso dentro das unidades de saúde. Casos de agressão, além de constituírem crime, prejudicam o atendimento a toda a população.

Agressões contra profissionais de saúde são crime e podem ser enquadradas no artigo 129 do Código Penal (lesão corporal), com pena que varia de 3 meses a 1 ano, podendo aumentar conforme a gravidade. Além disso, ameaçar, injuriar ou desacatar um profissional em serviço também é crime, com pena prevista de 6 meses a 2 anos, podendo ser agravada se ocorrer em ambiente público.

Fonte: VISOR NOTÍCIAS
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