A vereadora Fernanda Dilda (PL) em Concórdia cobrou em fevereiro de 2026 agilidade na implantação de projetos no Parque de Exposições, criticando o secretário de Esportes, Marcelo Pagnoncelli, pela demora. Ela protocolou indicações sugerindo mudanças na gestão do parque e melhorias estruturais para a comunidade, visando otimizar o espaço e acabar com o descaso.
A divisão de poderes, tão propagada como um emblema da nova administração de líderes locais, revelou que, na realidade, não houve tal separação, mas sim uma ausência de diálogo entre o poder executivo e o legislativo em relação à colocação dos food trucks nas instalações do parque de exposições Atillio Fontana. Que se saiba, nessa queda de braço entre a secretária e a vereadora, nada ajuda a vida dos concordienses e sim aumenta apenas a atenção entre os poderes. A cidade carece de muitas outras questões, como área de lazer. O que a cidade oferece aos seus munícipes e seus visitantes para se divertir aqui? Como ficaram os projetos do parque aquático em tese? Teria já o terreno observado para instalação.
O Parque Científico Osório Furlan, o centro aquático localizado ao lado do Sesi e a conclusão da arquibancada coberta do Estádio Domingos Machado de Lima (que está parcialmente fechada) estão parcialmente interditados. Respostas que o cidadão deseja obter sobre as medidas voltadas para o futuro do concordiense: sim, a pavimentação é crucial, mas isso é insuficiente para uma cidade com um orçamento quase milionário disponível. Enquanto egos pessoais estiverem acima do interesse público, ficaremos à mercê de vaidades e recortes para redes sociais para enganar bobo. |