O juiz Eduardo Appio, ex-integrante da força-tarefa da Lava Jato, é suspeito de ter furtado garrafas de champanhe em três datas diferentes, todas registradas em um supermercado de Blumenau, no Vale do Itajaí.
As ocorrências, identificadas envolvem garrafas de champanhe Moët Chandon avaliadas em cerca de R$ 540 cada.
Três furtos em datas diferentes
Os autos revelam que Appio não é investigado por um único episódio, mas sim por três subtrações ocorridas em datas distintas, todas no supermercado da Rua São Paulo, em Blumenau.
Juiz da Lava Jato teria furtado champanhe 3 vezes em menos de um mês
O juiz Eduardo Appio, ex-integrante da força-tarefa da Lava Jato, é suspeito de ter furtado garrafas de champanhe em três datas diferentes, todas registradas em um supermercado de Blumenau, no Vale do Itajaí.
As ocorrências, identificadas envolvem garrafas de champanhe Moët Chandon avaliadas em cerca de R$ 540 cada.
Três furtos em datas diferentes
Os autos revelam que Appio não é investigado por um único episódio, mas sim por três subtrações ocorridas em datas distintas, todas no supermercado da Rua São Paulo, em Blumenau.
20 de setembro de 2025: subtração de uma garrafa de Moët & Chandon, avaliada em R$ 399;
4 de outubro de 2025: nova subtração da mesma bebida, também por R$ 399;
18 de outubro de 2025: terceiro episódio idêntico aos anteriores.
Segundo o acórdão, em todos os casos o magistrado teria escondido conscientemente a garrafa em uma sacola de compras, saindo do estabelecimento sem pagar.
O tribunal afirma que há indícios de materialidade e autoria, suficientes para a abertura formal do processo disciplinar.
Juiz da Lava Jato teria furtado champanhe 3 vezes em menos de um mês
Juiz da Lava Jato teria furtado champanhe 3 vezes em menos de um mês
Foto: Reprodução/ND Mais
O juiz Eduardo Appio, ex-integrante da força-tarefa da Lava Jato, é suspeito de ter furtado garrafas de champanhe em três datas diferentes, todas registradas em um supermercado de Blumenau, no Vale do Itajaí.
As ocorrências, identificadas envolvem garrafas de champanhe Moët Chandon avaliadas em cerca de R$ 540 cada.
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Três furtos em datas diferentes
Os autos revelam que Appio não é investigado por um único episódio, mas sim por três subtrações ocorridas em datas distintas, todas no supermercado da Rua São Paulo, em Blumenau.
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20 de setembro de 2025: subtração de uma garrafa de Moët & Chandon, avaliada em R$ 399;
4 de outubro de 2025: nova subtração da mesma bebida, também por R$ 399;
18 de outubro de 2025: terceiro episódio idêntico aos anteriores.
Segundo o acórdão, em todos os casos o magistrado teria escondido conscientemente a garrafa em uma sacola de compras, saindo do estabelecimento sem pagar.
O tribunal afirma que há indícios de materialidade e autoria, suficientes para a abertura formal do processo disciplinar.
Justiça Federal investiga o caso com abertura de processo administrativo
A partir desses episódios, a Justiça Federal instaurou um processo administrativo disciplinar (PAD) para apurar a conduta do magistrado. O procedimento foi aberto no dia 27 de novembro e tramitava sob sigilo, que foi quebrado nesta terça-feira (9), conforme confirmou o TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região).
Com o sigilo levantado, o processo segue agora para a fase formal de investigação, com prazo de 140 dias, prorrogável. Durante todo o período de apuração, o juiz permanece afastado das funções.
Relembre o caso
Em uma das ocorrências, Appio foi identificado como o responsável por subtrair duas garrafas de champanhe em um supermercado da cidade. A Polícia Civil registrou os fatos e encaminhou o material ao TRF-4 devido à prerrogativa de foro do magistrado.
A suspeita levou ao afastamento imediato do juiz, anunciado nas redes sociais pelo delegado Ulisses Gabriel à época.
Histórico
Eduardo Appio ganhou destaque ao assumir a 13ª Vara Federal de Curitiba após a saída de Sergio Moro. Em 2023, ele também foi afastado pelo Conselho de Justiça Federal após ser apontado como autor de uma ligação anônima com ameaças ao filho de um desembargador do TRF-4.
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